O jornalista usava chips de outros estados para enviar mensagens, fotos e vídeos com conteúdos pornográficos a colegas de trabalho.
Um jornalista, de 38 anos, foi indiciado por assediar pelo menos 10 colegas de profissão no Estaddo pelo WhatsApp, em 2017. De acordo com a acusação, o jornalista usava dois chips de celular, um de Brasília e outro de São Paulo, para enviar mensagens, fotos e vídeos com conteúdos pornográficos.
O jornalista teria criado um perfil falso: um engenheiro vindo de São Paulo para o Espírito Santo, de nome Fernando e corpo sarado. “Fernando” enviava mensagens para as colegas, e as chamava pelo nome. Uma vítima teria comentado com um grupo de colegas sobre as mensagens, e as colegas relataram que haviam recebido mensagens da mesma pessoa.
Daí, o grupo iniciou uma investigação. Passou a perguntar a outras mulheres, que tinham em comum a profissão e o local de trabalho. Todas haviam sido importunadas por “Fernando”. Em nota, a Polícia Civil informou que “o investigado foi indiciado pelo artigo 65, molestar alguém ou perturbar-lhe a tranquilidade, por acinte ou por motivo reprovável.”
À reportagem de A Tribuna, o jornalista, que hoje mora e trabalha em Mato Grosso, negou as acusações.“Fui pego de surpresa. O tal número de Brasília não uso desde 2016. Já o de São Paulo, nunca tive. Não faço a menor ideia de como surgiu isso, mas vou fazer um Boletim de Ocorrência e acionar uns advogados”. As informações são do Tribuna Online.
Um jornalista, de 38 anos, foi indiciado por assediar pelo menos 10 colegas de profissão no Estaddo pelo WhatsApp, em 2017. De acordo com a acusação, o jornalista usava dois chips de celular, um de Brasília e outro de São Paulo, para enviar mensagens, fotos e vídeos com conteúdos pornográficos.
O jornalista teria criado um perfil falso: um engenheiro vindo de São Paulo para o Espírito Santo, de nome Fernando e corpo sarado. “Fernando” enviava mensagens para as colegas, e as chamava pelo nome. Uma vítima teria comentado com um grupo de colegas sobre as mensagens, e as colegas relataram que haviam recebido mensagens da mesma pessoa.
Daí, o grupo iniciou uma investigação. Passou a perguntar a outras mulheres, que tinham em comum a profissão e o local de trabalho. Todas haviam sido importunadas por “Fernando”. Em nota, a Polícia Civil informou que “o investigado foi indiciado pelo artigo 65, molestar alguém ou perturbar-lhe a tranquilidade, por acinte ou por motivo reprovável.”
À reportagem de A Tribuna, o jornalista, que hoje mora e trabalha em Mato Grosso, negou as acusações.“Fui pego de surpresa. O tal número de Brasília não uso desde 2016. Já o de São Paulo, nunca tive. Não faço a menor ideia de como surgiu isso, mas vou fazer um Boletim de Ocorrência e acionar uns advogados”. As informações são do Tribuna Online.
